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Taxa de rejeição alta no Google Ads: o que realmente acontece depois do clique
A taxa de rejeição no Google Ads é um dos principais sinais de falha no pós-clique. Entenda como a experiência da página impacta conversão, eficiência da mídia e retorno do investimento.
Muita gente acompanha o Google Ads olhando apenas para CPC, impressões e cliques. Quando o custo sobe ou o retorno não aparece, a reação quase sempre é a mesma: ajustar campanha, trocar criativo ou mexer no lance.

O que poucos percebem é que, na maioria dos casos, o dinheiro não está sendo perdido no clique. Ele começa a se perder logo depois, no momento em que o usuário chega à página de destino. Considerar a

taxa de rejeição

da sua página de destino é ESSENCIAL.
O clique é só o começo da conta
Taxa de rejeição não é só alguém que “saiu rápido”. Em tráfego pago, ela indica que o usuário não encontrou motivo para continuar. E quando isso acontece logo após um clique pago, o prejuízo é imediato.

Se a página demora a carregar, responde de forma instável ou gera qualquer fricção logo nos primeiros segundos, essa intenção se desfaz. O clique foi pago, mas a experiência não sustentou a decisão.

É aí que começa o desperdício invisível.
Pós-clique ruim não aparece no relatório de anúncios
O painel do Google Ads mostra que o anúncio entregou. Mostra clique, mostra tráfego, às vezes até mostra engajamento inicial.

O que ele não mostra é quantas pessoas desistiram antes de entender a oferta, quantas abandonaram por lentidão ou quantas ficaram confusas com uma página instável no celular.

O anúncio cumpriu o papel dele. O pós-clique não.
Quando a página falha, todo o funil trava
Uma landing page que não sustenta o tráfego cria um efeito em cadeia:

– Mais abandono logo na chegada
– Menos gente chegando ao formulário ou botão
– Conversão menor com o mesmo volume de cliques
– Custo por resultado mais alto

O problema não é que o tráfego é ruim. É que ele não consegue avançar.
Por que isso dói mais em tráfego pago
No tráfego orgânico, o usuário tende a insistir mais. Em anúncios, não. Quem vem de mídia paga não tem vínculo com a sua marca. Ele espera fluidez.

Qualquer atraso, quebra visual ou sensação de falha gera desconfiança imediata. O cérebro do usuário prefere sair do que insistir.

Você paga pelo clique, mas não recebe a chance real de converter


Esse é o ponto mais caro do pós-clique mal resolvido.
O dinheiro não some no anúncio, some na experiência
Quando o pós-clique funciona bem, a campanha parece “mais barata”, mesmo sem mudança no CPC. Quando funciona mal, tudo fica mais caro — mesmo que o clique custe o mesmo.

Isso explica por que muitos negócios sentem que o Ads “parou de funcionar”, quando na verdade a campanha continua entregando, mas a página não acompanha.
Corrigir o pós-clique costuma ser mais eficiente que escalar mídia
Antes de aumentar orçamento, é preciso garantir que a página está preparada para receber mais tráfego.

Melhorar carregamento, estabilidade e previsibilidade da experiência costuma gerar mais impacto no resultado do que ajustes finos em anúncio rodando sobre uma base fraca.

O retorno cresce quando o pós-clique deixa de ser um gargalo


Quando a página sustenta a intenção do usuário, o clique deixa de ser custo e passa a ser oportunidade real de conversão.
Diagnóstico: descubra onde o dinheiro está vazando
Se seus anúncios geram cliques, mas os resultados não acompanham, o próximo passo não é mexer na campanha. É entender o que acontece depois do clique.

Nós analisamos a performance do pós-clique e mostramos, de forma clara, onde a experiência está quebrando e quanto isso pode estar custando em resultado.

Analisar o pós-clique da minha página

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